Todos sabemos que existem pessoas no mundo que não pensam em comida o tempo todo, comem o que querem e naturalmente acabam comendo a quantidade “certa” de comida sem precisar fazer esforço. Elas mal se importam com comida pra falar a verdade.

A grande dúvida é: como elas fazem isso? Qual a diferença entre essas pessoas e as que lutam todos os dias fazendo dieta? O que elas sabem de diferente?

Fazer dieta é viver a promessa de que tendo um corpo diferente, você terá também uma vida diferente. E aí você se odeia querendo mudar seu corpo, ao invés de cuidar dos vários aspectos da sua vida que estão implorando por atenção. Tentando ser uma pessoa diferente, você se tortura com privação e dieta porque “se se torturar o suficiente, vai se tornar um ser humano feliz e magro”. Parece loucura. E, por mais triste que seja, muita gente realmente acredita nisso. Eu já acreditei.

A real é que eu estava tentando emagrecer de todas as maneiras erradas, contra minha própria natureza. Eu tentava me controlar, tentava fazer alguma coisa diferente, estava sempre fazendo alguma coisa. Sempre um novo plano, uma nova dieta, uma nova promessa. Agora vai. Mas nunca ia. Demorou muito até eu entender. Muito mesmo. Depois de tentar todas as dietas do mundo, eu continuava achando que existia alguma coisa que eu não estava fazendo certo.

Até eu entender que nada pode ser feito.

Comer intuitivamente não é algo que alguém faça, mas é uma forma de pensar, viver e sentir. Vou mais longe: comer conscientemente não pode ser explicado em o que uma pessoa faz, mas como ela se sente em relação a si mesma, como ela se vê e decide viver.

Se você é feliz com a sua alimentação, come com prazer e sem culpa, sua alimentação faz bem e te nutre. Da mesma forma que se você não está feliz com o que e como come, sua alimentação não está certa. Ou seja, o importante é como você se sente em relação à sua alimentação e não o que você está comendo.

Quando você se julga e impõe limites o tempo todo, você não consegue ser você mesma, na essência. Fica querendo ser qualquer outra pessoa, menos você.

Quando você cria uma linha imaginária – isso pode, aquilo não pode – seu foco é a linha e nada mais. E o desafio se torna não passar desse limite, ou seja, além do “prescrito”.

Pessoas que comem intuitivamente não tem uma linha pra cruzar. Se elas exageram no jantar, isso só significa que elas exageraram não jantar. Não tem nada demais. Elas não se consideram a pior pessoa do mundo, sem força de vontade e fracassada. Ela só comeu demais em uma refeição. Se comem um cupcake no meio da tarde sem motivo, elas só comeram um cupcake no meio da tarde sem motivo e continuam a vida. O mundo não acaba por isso ou cada vez que isso acontece.

O que elas comem, não influencia a autoestima. Não representa um problema.

Eis a diferença entre alimentação emocional e intuitiva – não é o que se faz, mas como se sentir em relação ao que se faz.

 

P.S.1: Para saber mais entre na comunidade Não é dieta, É VIDA e confira o Canal do YouTube.

P.S.2: Se você quer saber como Como Parar de Fazer Dietas e Viver Totalmente Livre da Obsessão por Comida e pelo Pesoclique aqui e cadastre-se para receber um E-book GRATUITO.

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